As 24 Teses da Filosofia de Santo Tomás de Aquino -  Previsão de envio 15 de julho

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As 24 Teses da Filosofia de Santo Tomás de Aquino

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Características do livro:

320 páginas
Capa Dura
Dimensões: 16x23cm

Resumo da obra:

Santo Tomás de Aquino, unanimemente considerado o teólogo maior da santa Igreja, recebeu por isso os títulos “Doutor Universal”, “Doutor Angélico” e “Doutor Comum”. Todavia, mesmo diante de sua assombrosa capacidade de produção teológica, sua genialidade filosófica não diminui, nem deixa de se impor aos espíritos sedentos por sabedoria. Sua originalidade e grandeza, porém, são amplamente desconhecidas no confuso mundo de hoje. 

As 24 Teses Tomistas são a obra ideal para se conhecer os postulados principais da genuína Filosofia Tomista. De fato, assim como reconhecem Maritain e Gilson, a filosofia de Santo Tomás lhe pertence, é originalmente sua, por isso mesmo se denomina “tomismo”: não é justo nem exato chamá-la “aristotélico-tomista”. Ainda que o Aquinate tenha se servido dos materiais de Aristóteles, ele a tal ponto afinou e mesmo reestruturou o pensamento do Estagirita — introduzindo conceitos como o da criação de todas as coisas por Deus, o da temporalidade da matéria-prima, o do próprio ser, etc., levando o que eram esboços a uma arte-final irretocável —, que, verdadeiramente, construiu por suas forças todo um outro edifício filosófico. 
 
      A qualidade principal da filosofia de Santo Tomás é ser realista. O Tomismo parte da realidade das coisas como são, não de ideias imaginadas. Sua origem está na percepção sensível do mundo: daí é que retira, a partir de uma prodigiosa abstração do intelecto, um admirável e imenso universo de teses consequentes e harmônicas entre si. O Papa Leão XIII, em sua Aeterni Patris, disse: “O Doutor Angélico buscou as conclusões filosóficas nas razões principais das coisas, que têm grandíssima extensão e conservam em seu seio o germe de quase infinitas verdades, para serem desenvolvidas em tempo oportuno e com abundantíssimo fruto pelos mestres dos tempos posteriores”.

O realismo tomista fixa os pés no chão para evitar a tentação dos devaneios das filosofias que partem da negação do espiritual e reduzem tudo à materialidade. Todavia, ainda que negue essas filosofias imanentes, não deixa de assumir elementos de verdade contidos em alguma destas. Portanto, é uma filosofia também essencialmente crítica. 

       O Tomismo, em resumo, é a filosofia do ser e da verdade, mas é também e especialmente a Filosofia de Cristo e, por consequência, a Filosofia da Igreja. Evidentemente o Cristo não formulou um sistema filosófico nem operou neste mundo à maneira dos filósofos; ainda assim, a sua mensagem religiosa oferece, implicitamente, a filosofia do senso comum, da afirmação existencial, do princípio de contradição, dos princípios de causalidade e finalidade. Tal filosofia natural se encontra nas entrelinhas das Sagradas Escrituras; é a Filosofia de Cristo e, consequentemente, a de Santo Tomás — logo, é a Filosofia Católica. Como disse o Papa Bento XV: 

“Aprovamos e fazemos nosso tudo que disseram Leão XIII e Pio X sobre a necessidade de seguir a doutrina de Sto. Tomás. Nem os nossos Predecessores nem nós temos que nos esforçar para recomendar e ordenar outra filosofia, senão a que é segundo Cristo, e por isso exigimos que nossos estudos filosóficos se façam em completo acordo com o método e os princípios da filosofia de Sto. Tomás, porque nenhuma outra serve para expor e defender vitoriosamente a verdade revelada.“ (Discurso na Academia Romana. São Tomás de Aquino, aos 31/12/1914)

       Pois a essência de toda essa verdadeira maravilha do pensamento humano elevado aos seus mais altos níveis está perfeitamente condensada nas 24 Teses Tomistas de Santo Tomás de Aquino. Estamos diante de uma leitura obrigatória a todo espírito que procure pelo dom do verdadeiro conhecimento, um tesouro de estudos que abordam e esclarecem problemas como a temporalidade do mundo, a imortalidade de alma, a dualidade corpo e alma, a doutrina da Criação, etc, etc.: tratam-se de dogmas que, embora afirmados pela Revelação, podem ser também descobertos pela luz da razão natural. Exigem, porém, uma filosofia que não prescinda da Teologia, das verdades religiosas e dos mistérios proporcionados pela fé. Por isso é que se diz que Santo Tomás, em muitos critérios, é inigualável.

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